Travo agora um diálogo com Alice
Nesta manhã de chuva aqui na praia
Que graça há num dia assim, nublado em sombras
Eu asseguro que no sorriso de Alice
E entre ``ahhhhh ahhhhhh e blaaaaaa blaaaaaaaaaa`` eu sinto
Que o dia não poderia ser mais bonito
Mesmo se o sol desse o ar de sua graça
Mais vejo graça no sorriso de Alice
Lola (19-01-12)
"Ando devagar porque já tive pressa..."
"Ando devagar porque já tive pressa..."
19/01/2012
Pesadelo
Vou te mandar para o inferno
Vou te dizer que já não há
Aquele amor que um dia eu disse
Que seria pra sempre teu
Vou te dizer que isso é um adeus
E se Deus quiser sentirás medo
De me perder e ficarei
Pra sempre como pesadelo
Já que o inferno é aqui
E mil demônios me aprisionam
E dizem que não há mais jeito
Serás o meu pior segredo
Lola (janeiro 2012)
Vou te dizer que já não há
Aquele amor que um dia eu disse
Que seria pra sempre teu
Vou te dizer que isso é um adeus
E se Deus quiser sentirás medo
De me perder e ficarei
Pra sempre como pesadelo
Já que o inferno é aqui
E mil demônios me aprisionam
E dizem que não há mais jeito
Serás o meu pior segredo
Lola (janeiro 2012)
Insanidade
O coração contribue e muito para a insanidade mental
O bom disso é que se pode tirar proveito
Dizem que a ingenuidade é ''uma honestidade involuntária''
Eu até diria que é uma descupa do coração para cometer erros
Ou melhor, loucuras
Loucuras que só com o coração se comete
E que ao serem cometidas nem todos percebem
Que aquela pessoa é capaz de tais coisas
Já que aparenta ser tão boa em outras
Lola (11-01-12)
O bom disso é que se pode tirar proveito
Dizem que a ingenuidade é ''uma honestidade involuntária''
Eu até diria que é uma descupa do coração para cometer erros
Ou melhor, loucuras
Loucuras que só com o coração se comete
E que ao serem cometidas nem todos percebem
Que aquela pessoa é capaz de tais coisas
Já que aparenta ser tão boa em outras
Lola (11-01-12)
16/01/2012
De “Desinventar-te”
Bem sei que não existes, podes crer
Já que um dia te inventei bem ao meu gosto
Mas não saíste do jeito que eu quis
E como criador tenho o direito
De “desinventar-te” se assim desejo
Pra nunca mais querer buscar-te em vão
Saindo de dentro do meu peito
Sou eu quem estará livre da aflição
De ter-te sem te ter como queria
Sem desejares o meu sentimento
Não dando conta da minha proposta
E assim só maltratar meu coração
Lola (16/01/12)
Já que um dia te inventei bem ao meu gosto
Mas não saíste do jeito que eu quis
E como criador tenho o direito
De “desinventar-te” se assim desejo
Pra nunca mais querer buscar-te em vão
Saindo de dentro do meu peito
Sou eu quem estará livre da aflição
De ter-te sem te ter como queria
Sem desejares o meu sentimento
Não dando conta da minha proposta
E assim só maltratar meu coração
Lola (16/01/12)
15/01/2012
Desabafo
Dispo-me de tudo que ousei ao te encontrar
Te desejei bem mais que amigo e foi cruel
Nem mesmo amigo soubestes ser eu te asseguro
E calo fundo, não direi mais nada a ti
E quanto a mim, direi sim, todos os dias
Que nada houve, nada vi, nada vivi
Pra sossegar e voltar à vida amena
Sem sentir dó de mim, pois nunca te perdi
Lola (15/01/12)
Te desejei bem mais que amigo e foi cruel
Nem mesmo amigo soubestes ser eu te asseguro
E calo fundo, não direi mais nada a ti
E quanto a mim, direi sim, todos os dias
Que nada houve, nada vi, nada vivi
Pra sossegar e voltar à vida amena
Sem sentir dó de mim, pois nunca te perdi
Lola (15/01/12)
De procurar e não encontrar
Do meu coração não sai mais nada - tenho dito
Mas também, nada de entrar - não quero não
Espero que ele sossegue que se acalme
Às vezes é melhor a solidão
Do que a angustia da espera fria
Aquela que não vê nunca chegar
E sai, em desespero nas madrugadas
Na tentativa de encontros desejados
Mas a única presença é a do enfado
Que o corpo encara quando o sol volta a brilhar
Lola (15/01/12)
Mas também, nada de entrar - não quero não
Espero que ele sossegue que se acalme
Às vezes é melhor a solidão
Do que a angustia da espera fria
Aquela que não vê nunca chegar
E sai, em desespero nas madrugadas
Na tentativa de encontros desejados
Mas a única presença é a do enfado
Que o corpo encara quando o sol volta a brilhar
Lola (15/01/12)
13/01/2012
Homenagem que recebi do poeta Mério Bróis
Seu
olhar
além de transcendental
nos induz
a olha-la
dentro dos seus
sorridentes
olhos
Seu
olhar
Com
tamanha alegria
ela invade
nossas páginas
vazias
Nos
versos
ela deita e rola
quem sem saci
feito caipora
fumaça
mata a dentro
- Sim!!
sua poesia
é tudo
e
mais:
alegrias
alegrias
alegrias
..........................................................
não tive
outra alternativa
de mostrar o carinho
que passei
a ter por ti.
................................................................................
Mário Bróis.
Seu
olhar
além de transcendental
nos induz
a olha-la
dentro dos seus
sorridentes
olhos
Seu
olhar
Com
tamanha alegria
ela invade
nossas páginas
vazias
Nos
versos
ela deita e rola
quem sem saci
feito caipora
fumaça
mata a dentro
- Sim!!
sua poesia
é tudo
e
mais:
alegrias
alegrias
alegrias
..........................................................
não tive
outra alternativa
de mostrar o carinho
que passei
a ter por ti.
................................................................................
Mário Bróis.
12/01/2012
“Amizade é um amor que nunca morre” *
Gosto de cultivar amizades. Tenho amigas de infância, como Mildred, por exemplo, que sempre comenta que se vangloria da nossa amizade que vem do jardim da infância. Isto mesmo - fizemos juntas o jardim.
Além dela, Carla, que foi minha vizinha de frente e mora desde a segunda metade da infância em João Pessoa. Esta, depois de um longo tempo sem nos encontrarmos, me reconheceu pelo sorriso.
Selma eu conheci aos onze anos, mais ou menos; início da adolescência, finalzinho da infância propriamente dita. Descobrimos juntas os amores, as paixões...estudamos juntas no CPUC e ela paquerou com meu marido ( isso antes dele namorar comigo, claro. Rs)
Prezo tanto as amizades, que as levo vida afora, enquanto vou amealhando outras mais. Na adolescência e início da fase jovem, Surgiram Libania, Tela, Alessandra, Tatiana e Edilene, com estas vez ou outra me encontro para um lanche, um café, seja aqui em casa ou na casa de uma delas.
Selma eu conheci aos onze anos, mais ou menos; início da adolescência, finalzinho da infância propriamente dita. Descobrimos juntas os amores, as paixões...estudamos juntas no CPUC e ela paquerou com meu marido ( isso antes dele namorar comigo, claro. Rs)
Prezo tanto as amizades, que as levo vida afora, enquanto vou amealhando outras mais. Na adolescência e início da fase jovem, Surgiram Libania, Tela, Alessandra, Tatiana e Edilene, com estas vez ou outra me encontro para um lanche, um café, seja aqui em casa ou na casa de uma delas.
O tempo de faculdade me rendeu amigos como Charlinho, Sebah, Ballo, Enedina, Mara e Jussara, com os quais me identifico e gosto de dividir momentos.
Sinto saudades de Francimar, que não vejo há anos. E considero muito a amizade que construí com João Pedro, já em tempos de UEPB, como professora.
Em meio a todas essas amizades, surgiram as virtuais. Desde 2000, há pelo menos cinco pessoas com quem eu converso eventualmente, que surgiram em minha vida assim, virtualmente e que não dá pra dizer que não são reais. Além de outras tantas que consegui este ano, com a aproximação da comunidade MQ e ingresso na PENSARE.
Porém o motivo que me trouxe a este texto e principalmente a este tema, foi justamente o fato de hoje eu ter recebido visita de Mara e sua filha Raquel. Vieram mais por Alice do que por mim, é fato. Mas isso não diminui em nada nosso apreço recíproco e nossa vontade de estarmos juntas.
Hoje aconteceu algo que já havia acontecido; sinto até vontade de rir ao lembrar. É que eu e Mara costumamos trocar presentes nos nossos aniversários e natal. Pela segunda vez nos ocorreu de entregarmos as lembrancinhas com atraso, visto que apesar da nossa grande amizade e preocupação uma com a outra, temos nos encontrado muito pouco, de forma que hoje me foram entregues dois presentes de aniversário, a saber, 2010 e 2011, bem como o do natal de 2011. Em baixo da minha árvore de natal, também esperavam por ela o presentinho de aniversário e do natal de 2010. Semana passada nos encontramos, eu Mara e Enê, que hoje mora em Aracaju, e trocamos as lembrancinhas de natal deste ano. (Oh!)
Interessante nossa amizade. O tempo passa, a rotina estressante muitas vezes não nos permite nos encontrar, mas o desejo ta lá, quietinho. E num gesto de carinho, quando podemos compramos os presentinhos, mesmo que marquemos mil vezes para nos ver e o encontro não aconteça. Digo o encontro para a troca de presentes, uma vez que nos encontramos sempre em pensamento e em orações. Amizade como a nossa é luxo, talvez até por isso nossos encontros tenham rareado.
Sou extremamente agradecida a Deus por tê-las como amigas e ter a oportunidade de conhecer seus filhos desde criancinha. Uns até nasceram depois que já éramos amigas e sou madrinha de um dos filhos de Mara.
Neste penúltimo dia do ano, volto a pensar sobre a importância da amizade em minha vida. Aspecto que eu cultivo como um referencial em minha maneira de viver e que me atrai coisas boas e me faz sorrir, chorar, mas principalmente, vislumbrar dias sempre melhores para nós.
Espero que nossa velhice seja assistida por essa amizade tão fecunda. Encerro o ano em paz e agradecida.
Que 2012 seja melhor que 2011 em todos os sentidos.
Amém.
Lola (30-12-11)
Além dela, Carla, que foi minha vizinha de frente e mora desde a segunda metade da infância em João Pessoa. Esta, depois de um longo tempo sem nos encontrarmos, me reconheceu pelo sorriso.
Selma eu conheci aos onze anos, mais ou menos; início da adolescência, finalzinho da infância propriamente dita. Descobrimos juntas os amores, as paixões...estudamos juntas no CPUC e ela paquerou com meu marido ( isso antes dele namorar comigo, claro. Rs)
Prezo tanto as amizades, que as levo vida afora, enquanto vou amealhando outras mais. Na adolescência e início da fase jovem, Surgiram Libania, Tela, Alessandra, Tatiana e Edilene, com estas vez ou outra me encontro para um lanche, um café, seja aqui em casa ou na casa de uma delas.
Selma eu conheci aos onze anos, mais ou menos; início da adolescência, finalzinho da infância propriamente dita. Descobrimos juntas os amores, as paixões...estudamos juntas no CPUC e ela paquerou com meu marido ( isso antes dele namorar comigo, claro. Rs)
Prezo tanto as amizades, que as levo vida afora, enquanto vou amealhando outras mais. Na adolescência e início da fase jovem, Surgiram Libania, Tela, Alessandra, Tatiana e Edilene, com estas vez ou outra me encontro para um lanche, um café, seja aqui em casa ou na casa de uma delas.
O tempo de faculdade me rendeu amigos como Charlinho, Sebah, Ballo, Enedina, Mara e Jussara, com os quais me identifico e gosto de dividir momentos.
Sinto saudades de Francimar, que não vejo há anos. E considero muito a amizade que construí com João Pedro, já em tempos de UEPB, como professora.
Em meio a todas essas amizades, surgiram as virtuais. Desde 2000, há pelo menos cinco pessoas com quem eu converso eventualmente, que surgiram em minha vida assim, virtualmente e que não dá pra dizer que não são reais. Além de outras tantas que consegui este ano, com a aproximação da comunidade MQ e ingresso na PENSARE.
Porém o motivo que me trouxe a este texto e principalmente a este tema, foi justamente o fato de hoje eu ter recebido visita de Mara e sua filha Raquel. Vieram mais por Alice do que por mim, é fato. Mas isso não diminui em nada nosso apreço recíproco e nossa vontade de estarmos juntas.
Hoje aconteceu algo que já havia acontecido; sinto até vontade de rir ao lembrar. É que eu e Mara costumamos trocar presentes nos nossos aniversários e natal. Pela segunda vez nos ocorreu de entregarmos as lembrancinhas com atraso, visto que apesar da nossa grande amizade e preocupação uma com a outra, temos nos encontrado muito pouco, de forma que hoje me foram entregues dois presentes de aniversário, a saber, 2010 e 2011, bem como o do natal de 2011. Em baixo da minha árvore de natal, também esperavam por ela o presentinho de aniversário e do natal de 2010. Semana passada nos encontramos, eu Mara e Enê, que hoje mora em Aracaju, e trocamos as lembrancinhas de natal deste ano. (Oh!)
Interessante nossa amizade. O tempo passa, a rotina estressante muitas vezes não nos permite nos encontrar, mas o desejo ta lá, quietinho. E num gesto de carinho, quando podemos compramos os presentinhos, mesmo que marquemos mil vezes para nos ver e o encontro não aconteça. Digo o encontro para a troca de presentes, uma vez que nos encontramos sempre em pensamento e em orações. Amizade como a nossa é luxo, talvez até por isso nossos encontros tenham rareado.
Sou extremamente agradecida a Deus por tê-las como amigas e ter a oportunidade de conhecer seus filhos desde criancinha. Uns até nasceram depois que já éramos amigas e sou madrinha de um dos filhos de Mara.
Neste penúltimo dia do ano, volto a pensar sobre a importância da amizade em minha vida. Aspecto que eu cultivo como um referencial em minha maneira de viver e que me atrai coisas boas e me faz sorrir, chorar, mas principalmente, vislumbrar dias sempre melhores para nós.
Espero que nossa velhice seja assistida por essa amizade tão fecunda. Encerro o ano em paz e agradecida.
Que 2012 seja melhor que 2011 em todos os sentidos.
Amém.
Lola (30-12-11)
Seis Anos Depois...
Diria hoje, meu pai, sem titubear (Como você costumava usar esse verbo!)
Que a poesia ficou eternizada
Você se foi...Se foi que nada!
A poesia em mim está arraigada
E se há culpado nessa história esse é você
Que me despertou com seu jeito o gosto pelo saber
E soube muito bem me encantar
Com os poemas que vivia a declamar
E eu, menina, passei a lhe adimirar
De tal forma que não deu pra separar
O que é poesia, o que é você e o que será
Da minha vida se essa relação um dia acabar
Mas não acabará jamais, perenizou-se
E hoje bem sei que não poderia ser de outra forma
Pois é nos versos que lhe encontro todo dia
E a sua poesia me alivia as dores d´alma
Volto a sentir mais uma vez a sua calma
Embalando a vida e me tornando mais feliz
Lola (12-01-12)
Que a poesia ficou eternizada
Você se foi...Se foi que nada!
A poesia em mim está arraigada
E se há culpado nessa história esse é você
Que me despertou com seu jeito o gosto pelo saber
E soube muito bem me encantar
Com os poemas que vivia a declamar
E eu, menina, passei a lhe adimirar
De tal forma que não deu pra separar
O que é poesia, o que é você e o que será
Da minha vida se essa relação um dia acabar
Mas não acabará jamais, perenizou-se
E hoje bem sei que não poderia ser de outra forma
Pois é nos versos que lhe encontro todo dia
E a sua poesia me alivia as dores d´alma
Volto a sentir mais uma vez a sua calma
Embalando a vida e me tornando mais feliz
Lola (12-01-12)
03/01/2012
Janeiro Lunar
É com grande emoção que volto a postar Janeiro Lunar; poema que fiz emhomenagem a minha sobrinha neta que acaba de nascer, enchendo nosso janeiro do brilho da lua.
Seja bem vinda Luna! O Pé de Castanhola, aquela entidade fantástica, bem como todasas corujas que nela habitam, te espera.
Lua linda que está por vir
Sabemos da sua beleza
Pois não há lua sem ser assim
Seu brilho virá com tudo
E tudo ficará ainda mais alegre
Que bom que vai ser assim
Janeiro enluarado
Prateado e cheio de sol
De raios que aquecem a alma
O corpo, a mente
Janeiro que virá
E transformará de repente
O que não se quer
Naquilo que se deseja
Janeiro lunar, com certeza!
Lola (23/11/11)
Seja bem vinda Luna! O Pé de Castanhola, aquela entidade fantástica, bem como todasas corujas que nela habitam, te espera.
Lua linda que está por vir
Sabemos da sua beleza
Pois não há lua sem ser assim
Seu brilho virá com tudo
E tudo ficará ainda mais alegre
Que bom que vai ser assim
Janeiro enluarado
Prateado e cheio de sol
De raios que aquecem a alma
O corpo, a mente
Janeiro que virá
E transformará de repente
O que não se quer
Naquilo que se deseja
Janeiro lunar, com certeza!
Lola (23/11/11)
30/12/2011
Sobre o Meu Amor Platônico
Tua boca me deixa sedenta dos teus olhos castanhos nos meus
Teus olhos me deixam confusa, muitas vezes até muda com o que Deus te deu
Esta capacidade de inebriar sem o mínimo esforço que me faz desejar pular em teu pescoço
Procurando em tua boca matar minha sede que ela mesma desperta
Tuas mãos me fazem ouvir uma canção dedilhada com um jeito que é todo teu
Não. Ele também é meu, pois assim eu afirmo e digo ainda mais:
Desde que eu te vi passei a ser assim; boba declarada, tão apaixonada que te penso meu
E olha que nem começamos nem haveremos de ser mais que isso
E hoje em dia nem ligo, pois te amo e nesse amor acredito
Se me amas também, nem preciso, a mim já me basta todo o amor que sinto
Platônico, bem sei. Mas amor verdadeiro que eu vivo e desejo até um dia ter fim
Mas será que é assim? Dizem que amor não acaba e se não for verdadeiro eu direi mesmo assim
Te amo e te quero, te sinto por perto, mesmo longe de ti
Lola (26/12/11)
Teus olhos me deixam confusa, muitas vezes até muda com o que Deus te deu
Esta capacidade de inebriar sem o mínimo esforço que me faz desejar pular em teu pescoço
Procurando em tua boca matar minha sede que ela mesma desperta
Tuas mãos me fazem ouvir uma canção dedilhada com um jeito que é todo teu
Não. Ele também é meu, pois assim eu afirmo e digo ainda mais:
Desde que eu te vi passei a ser assim; boba declarada, tão apaixonada que te penso meu
E olha que nem começamos nem haveremos de ser mais que isso
E hoje em dia nem ligo, pois te amo e nesse amor acredito
Se me amas também, nem preciso, a mim já me basta todo o amor que sinto
Platônico, bem sei. Mas amor verdadeiro que eu vivo e desejo até um dia ter fim
Mas será que é assim? Dizem que amor não acaba e se não for verdadeiro eu direi mesmo assim
Te amo e te quero, te sinto por perto, mesmo longe de ti
Lola (26/12/11)
21/12/2011
Que Venha o Natal
Que venha o Natal
Trazendo consigo a esperança às vezes esquecida
Suas luzes e cores enfeitem meus dias e tragam flores matinais
Que a árvore enfeitada me transmita a paz
E que eu cada vez mais saiba compartilhar tudo isso
Que nos venha um Natal que seja bem bonito
E o mundo inteirinho se cubra da luz que emana do natal que desejo
E que abraços e beijos completem o cenário
O afeto perdure e adentre o Ano Novo
Que passemos a desejar tudo isso de novo
Então haveremos de existir pela paz, pelo beijo e abraço
Pelos laços que não serão desfeitos jamais
É esse o Natal que eu quero pra mim
E ele só será assim se também for pra você
E você o desejar do íntimo do seu ser
Que ele seja pra todos e sejamos felizes
Felizes como a noite estrelada do Menino Jesus
Que esqueçamos a cruz e foquemos a manjedoura
Pois o nascimento reforça certezas
Então deixaremos o que é bom sobre a mesa
E em baixo do tapete as angústias dormirão
Um sono perene, eterno, pra sempre
Viveremos então, de um jeito diferente
E todos os dias serão de Natal
Lola (12/12/11)
Trazendo consigo a esperança às vezes esquecida
Suas luzes e cores enfeitem meus dias e tragam flores matinais
Que a árvore enfeitada me transmita a paz
E que eu cada vez mais saiba compartilhar tudo isso
Que nos venha um Natal que seja bem bonito
E o mundo inteirinho se cubra da luz que emana do natal que desejo
E que abraços e beijos completem o cenário
O afeto perdure e adentre o Ano Novo
Que passemos a desejar tudo isso de novo
Então haveremos de existir pela paz, pelo beijo e abraço
Pelos laços que não serão desfeitos jamais
É esse o Natal que eu quero pra mim
E ele só será assim se também for pra você
E você o desejar do íntimo do seu ser
Que ele seja pra todos e sejamos felizes
Felizes como a noite estrelada do Menino Jesus
Que esqueçamos a cruz e foquemos a manjedoura
Pois o nascimento reforça certezas
Então deixaremos o que é bom sobre a mesa
E em baixo do tapete as angústias dormirão
Um sono perene, eterno, pra sempre
Viveremos então, de um jeito diferente
E todos os dias serão de Natal
Lola (12/12/11)
24/11/2011
Janeiro Lunar
Lua linda que está por vir
Sabemos da sua beleza
Pois não há lua sem ser assim
Seu brilho virá com tudo
E tudo ficará ainda mais alegre
Que bom que vai ser assim
Janeiro enluarado
Prateado e cheio de sol
De raios que aquecem a alma
O corpo, a mente
Janeiro que virá
E transformará de repente
O que não se quer
Naquilo que se deseja
Janeiro lunar, com certeza!
Lola (23/11/11)
Sabemos da sua beleza
Pois não há lua sem ser assim
Seu brilho virá com tudo
E tudo ficará ainda mais alegre
Que bom que vai ser assim
Janeiro enluarado
Prateado e cheio de sol
De raios que aquecem a alma
O corpo, a mente
Janeiro que virá
E transformará de repente
O que não se quer
Naquilo que se deseja
Janeiro lunar, com certeza!
Lola (23/11/11)
15/11/2011
Noite Poema
Te atravesso como a um rio
De almas calmas e mornas
Vejo a lua em ti
Te sinto e acho bela
De estranha luz
Que me seduz e acalma o sono
Um abandono me toma conta
Noite de brilhos
Insones desejos
E se eu te vejo
Nem durmo mais
Noite poema
É o que me trás
Meu pensamento
Deito-me em paz
Lola (14/11/11)
De almas calmas e mornas
Vejo a lua em ti
Te sinto e acho bela
De estranha luz
Que me seduz e acalma o sono
Um abandono me toma conta
Noite de brilhos
Insones desejos
E se eu te vejo
Nem durmo mais
Noite poema
É o que me trás
Meu pensamento
Deito-me em paz
Lola (14/11/11)
09/11/2011
Das Delícias do Amor
Seu beijo adoça a minha língua
Enquanto faço dieta pra lhe conquistar
Doce assim não pesa na balança
Só propicia bem estar
Quero mais do mel da sua boca
Me encher de calorias do seu gosto
Matando sede e fome ao mesmo tempo
Sentindo prazer em me sentir gorda
Empanturrada do seu corpo
Que me sacia como um todo
Lola (09/11/11)
Enquanto faço dieta pra lhe conquistar
Doce assim não pesa na balança
Só propicia bem estar
Quero mais do mel da sua boca
Me encher de calorias do seu gosto
Matando sede e fome ao mesmo tempo
Sentindo prazer em me sentir gorda
Empanturrada do seu corpo
Que me sacia como um todo
Lola (09/11/11)
07/11/2011
De Render-se Ao Amor
Render-se ao amor é experimentar
A melhor liberdade possível
Amor não prende, cativa
Amor não castiga, ensina
Amor é bom e amar é demais
Com amor tristeza nunca mais
Se entregar ao amor é sentir
A maior alegria que existe
O amor vence o impossível
Diz o que quer, o indizível
Mas cala no coração
Amor é pura emoção
Provar do amor é satisfazer–se
O amor nada custa, é de graça
E que graça é amar e ser amado
Que alegria é ter um namorado
Que acredite no amor e na sua amada
Amar é bom, amor é tudo
E o amado é tudo de bom, porto seguro
Lola (07/11/11)
A melhor liberdade possível
Amor não prende, cativa
Amor não castiga, ensina
Amor é bom e amar é demais
Com amor tristeza nunca mais
Se entregar ao amor é sentir
A maior alegria que existe
O amor vence o impossível
Diz o que quer, o indizível
Mas cala no coração
Amor é pura emoção
Provar do amor é satisfazer–se
O amor nada custa, é de graça
E que graça é amar e ser amado
Que alegria é ter um namorado
Que acredite no amor e na sua amada
Amar é bom, amor é tudo
E o amado é tudo de bom, porto seguro
Lola (07/11/11)
04/11/2011
"Tudo é tão claro e eu posso ver"
“Tudo é tão claro e eu posso ver”
O que a insensatez me escondia
Agora tudo é como a luz do dia
Que não torna a nenhum gato pardo
É tudo obvio e eu então me calo
E não espero respostas impelidas
Pra mim tudo agora faz sentido
Já que não fez sentido algum o que pensei
Saio de cena e não me acanho do espetáculo
Que ensaiei nesta vida, neste palco
Sem haver estréia aplausos, espectador
Então ninguém vai sentir a minha dor
Nem mesmo eu que já estou anestesiada
Sem querer fazer nenhuma piada
Estou calejada e já nem sinto mais nada
Fecham-se as cortinas me abrindo os olhos
Da cegueira me refaço e aproveito
Das lições que a vida me trouxe deste jeito
Poderia até ter sido de outra forma
Mas acredito que tudo foi como devia
Então não há lamentos, sigo a vida
Sem esperar te encontrar em alguma esquina
N’alguma noite encantada em meus sonhos
Dormir apenas terá sentido literal
Aquietar o corpo, descansar os sentidos
Pra reviver a cada despertar
Com os ombros e a alma leves
Sem ilusões e sem correr perigo
Lola (04/11/11)
O que a insensatez me escondia
Agora tudo é como a luz do dia
Que não torna a nenhum gato pardo
É tudo obvio e eu então me calo
E não espero respostas impelidas
Pra mim tudo agora faz sentido
Já que não fez sentido algum o que pensei
Saio de cena e não me acanho do espetáculo
Que ensaiei nesta vida, neste palco
Sem haver estréia aplausos, espectador
Então ninguém vai sentir a minha dor
Nem mesmo eu que já estou anestesiada
Sem querer fazer nenhuma piada
Estou calejada e já nem sinto mais nada
Fecham-se as cortinas me abrindo os olhos
Da cegueira me refaço e aproveito
Das lições que a vida me trouxe deste jeito
Poderia até ter sido de outra forma
Mas acredito que tudo foi como devia
Então não há lamentos, sigo a vida
Sem esperar te encontrar em alguma esquina
N’alguma noite encantada em meus sonhos
Dormir apenas terá sentido literal
Aquietar o corpo, descansar os sentidos
Pra reviver a cada despertar
Com os ombros e a alma leves
Sem ilusões e sem correr perigo
Lola (04/11/11)
03/11/2011
"Ninguém é de Ninguém"
Nada que não me pertença virá a mim
Assim como o que é meu me encontrará
Estarei de braços abertos a acolher
O que for pra ser meu e assim o será
Quanto àquilo que não é e nem vai ser
Por mais que eu busque jamais vou encontrar
E não posso ficar triste se acontece
Pois o que é meu e ainda não veio peço em prece
E Deus me atende e no tempo certo me encaminha
Para que eu não tome posse, mas acolha
O que é melhor pra mim, pois é a sua escolha
Então agradeço e não temo o que há de vir
Assim como não lamento o que não vem
Nesta vida “ninguém é de ninguém”
Lugar comum que muito explica o rumo certo
Que a nossa vida vai tomando e assim espero.
Lola (03/11/11)
Assim como o que é meu me encontrará
Estarei de braços abertos a acolher
O que for pra ser meu e assim o será
Quanto àquilo que não é e nem vai ser
Por mais que eu busque jamais vou encontrar
E não posso ficar triste se acontece
Pois o que é meu e ainda não veio peço em prece
E Deus me atende e no tempo certo me encaminha
Para que eu não tome posse, mas acolha
O que é melhor pra mim, pois é a sua escolha
Então agradeço e não temo o que há de vir
Assim como não lamento o que não vem
Nesta vida “ninguém é de ninguém”
Lugar comum que muito explica o rumo certo
Que a nossa vida vai tomando e assim espero.
Lola (03/11/11)
27/10/2011
Presente de Lu e Bruno
Linda amiga Lola...
Que linda e verdadeira sua poesia, essa que ferve dentro de você
e sai como o vapor de uma locomotiva desenfreada de inspirações.
Parabéns, amiga poeta e continue sempre nos presenteando;)
Obs: E aproveitando as palavras que comentei acima, fiz um dueto
com a Lú no msn e o resultado foi esse Indriso,
espero que goste. Beijos no seu lindo ♥
Lola-dama, poeta de linda e verdadeira poesia
que por vezes lhe ferve em calor por dentro
e sai feito vapor - desenfreada locomotiva (BG)
amiga de todos e de todas as horas poéticas
poeticamente sensível, contagia com seu sorriso
exalando um suave perfume de flor, por onde passa (LC)
deixando seu rastro de fé em esperança-caminho (BG)
Lola menina, poeta, seu gesto é doce carinho. (LC)
Luciana Celi e Bruno Gaspari
Que linda e verdadeira sua poesia, essa que ferve dentro de você
e sai como o vapor de uma locomotiva desenfreada de inspirações.
Parabéns, amiga poeta e continue sempre nos presenteando;)
Obs: E aproveitando as palavras que comentei acima, fiz um dueto
com a Lú no msn e o resultado foi esse Indriso,
espero que goste. Beijos no seu lindo ♥
Lola-dama, poeta de linda e verdadeira poesia
que por vezes lhe ferve em calor por dentro
e sai feito vapor - desenfreada locomotiva (BG)
amiga de todos e de todas as horas poéticas
poeticamente sensível, contagia com seu sorriso
exalando um suave perfume de flor, por onde passa (LC)
deixando seu rastro de fé em esperança-caminho (BG)
Lola menina, poeta, seu gesto é doce carinho. (LC)
Luciana Celi e Bruno Gaspari
Assinar:
Postagens (Atom)

