Tento sim não desejar esse amor
E enquanto tento amo ainda mais
Porque será que tua presença trás
Aquilo que a ausência não desfaz?
O desejo continua o tempo inteiro
E é por inteiro que me dou à tua existência
Que abraça a minha, como dizes, ainda lembras?
Nem dizer sobre me dar a ti eu posso
Já que nem vens, nem me procuras só te ausentas
Bobagem minha amar assim ou amar é isso?
E se for será possível algum proveito
De um sentimento que nos invade sem respeito;
E pensa ter direito sobre nossa vida?
Duvido às vezes se é amor meu sentimento
Posto que geralmente só me trás lamento
E sobre amor aprendi que não é sofrimento
E sim alegria, felicidade todo dia
Muitas vezes sinto certa nostalgia
De um tempo em que eu nem te conhecia
Sorria alegre, contente e independente
Nem precisava de tua aprovação
O que virou agora questão maior
E minha vida passou a só ter sentido
Se tua presença for sentida e eu a sinto
Mas sinto ainda mais, bem mais, a tua ausência
Lola (27/09/11)
"Ando devagar porque já tive pressa..."

"Ando devagar porque já tive pressa..."
27/09/2011
25/09/2011
Para Tia Hozana Pelos Seus 80 Anos
Eu senti muito não ter ido à sua festa
Mas acontece que realmente não deu
Mesmo distante pedi a Deus em uma prece
Que nunca esqueça um segundo o cuidado seu
E Ele me respondeu suave, mas contundente
- Não, não esquecerei um só instante
Ela já é abençoada, acredite
E ainda será bem mais a partir de agora
As suas dores sejam físicas ou da alma
Serão sanadas como num passe de mágica
E só alegrias viverá a sua tia
Pois já a proporcionou a todos que lhe cercam
E nada mais justo que você me peça
E eu prontamente lhe atenda
Então sossegue criatura, fique calma
Porque Hozana a partir de agora
Só receberá em troca os louros que faz jus
E eu sosseguei, fiquei calma, bem tranqüila
Pois não quero mais nada nessa vida
A não ser a felicidade de quem amo
E entre os que fazem parte neste plano
Do rol das minhas pessoas queridas
Encontro a Senhora, minha tia, tão linda
E serei feliz vendo a felicidade sua
Lola (25/09/11)
Mas acontece que realmente não deu
Mesmo distante pedi a Deus em uma prece
Que nunca esqueça um segundo o cuidado seu
E Ele me respondeu suave, mas contundente
- Não, não esquecerei um só instante
Ela já é abençoada, acredite
E ainda será bem mais a partir de agora
As suas dores sejam físicas ou da alma
Serão sanadas como num passe de mágica
E só alegrias viverá a sua tia
Pois já a proporcionou a todos que lhe cercam
E nada mais justo que você me peça
E eu prontamente lhe atenda
Então sossegue criatura, fique calma
Porque Hozana a partir de agora
Só receberá em troca os louros que faz jus
E eu sosseguei, fiquei calma, bem tranqüila
Pois não quero mais nada nessa vida
A não ser a felicidade de quem amo
E entre os que fazem parte neste plano
Do rol das minhas pessoas queridas
Encontro a Senhora, minha tia, tão linda
E serei feliz vendo a felicidade sua
Lola (25/09/11)
24/09/2011
Triste Sina
Me chateia a falta de inspiração
Pois desejo escrever apesar de
Mas que fazer se as palavras não me acham, se afastam de mim?
Vou escrevendo mesmo assim, embora sem graça
A única fonte que me inspira
Anda seca, sem vida e água
Nada posso escrever
Senão lamentar minha mágoa
Que desgraça a vida assim sem nada
Sem letras, sem mote, sem poema
É um dilema, morte em vida
Triste como despedida
Triste demais a minha sina
Lola (24/09/11)
Pois desejo escrever apesar de
Mas que fazer se as palavras não me acham, se afastam de mim?
Vou escrevendo mesmo assim, embora sem graça
A única fonte que me inspira
Anda seca, sem vida e água
Nada posso escrever
Senão lamentar minha mágoa
Que desgraça a vida assim sem nada
Sem letras, sem mote, sem poema
É um dilema, morte em vida
Triste como despedida
Triste demais a minha sina
Lola (24/09/11)
Elizabeth
E is que ela adentra a comunidade
L ogo a luz se faz presente
I luminando o espaço
Z em ele fica pr’agente
A doro a presença dela
B onita e de bem com a vida
E o seu nome de rainha
T em um charme especial
H umor que irradia alegria
Lola (24/09/11)
L ogo a luz se faz presente
I luminando o espaço
Z em ele fica pr’agente
A doro a presença dela
B onita e de bem com a vida
E o seu nome de rainha
T em um charme especial
H umor que irradia alegria
Lola (24/09/11)
Insensatez
É preciso guardar um pouco de lucidez para as horas de aflição
Deixar que a loucura invada apenas quando está calmo o coração
Maluques com tristeza não combina
Mais vale ser maluco beleza em momentos de certezas
Mesmo que estas não passem de bobeira que o coração imagina
Mas se forem sentidas já valeram a pena
Lola (24/09/11)
Deixar que a loucura invada apenas quando está calmo o coração
Maluques com tristeza não combina
Mais vale ser maluco beleza em momentos de certezas
Mesmo que estas não passem de bobeira que o coração imagina
Mas se forem sentidas já valeram a pena
Lola (24/09/11)
Pelo seu aniversário, Mel
M el, menina açucarada
E la nos encanta com poesia
L eve, suave e sorridente
I ndo e vindo acaricia
N uvem de algodão doce
A miga querida minha
E la nos encanta com poesia
L eve, suave e sorridente
I ndo e vindo acaricia
N uvem de algodão doce
A miga querida minha
21/09/2011
Quero ser Ponte
Ainda escrevo sobre teu amor, amiga minha
Pois quero mesmo que encontres o teu par
Homem sem rosto, sem corpo, mas com alma
Que já existe, não sei se aqui ou em outras plagas
Que venha e traga consigo o que desejas
E que te enfeite de flores iguais a ti
Que de cada uma exale o aroma mais suave
E que a beleza enfeite teus dias e traga a calma
Que tu aspiras e que tem a ver com sua chegada
Sim, ele existe, onde, não sei (são tuas palavras)
E eu te falei que isso daria um poema
Quem sabe assim não serei ponte entre os dois
E te levarei ao teu grande amor ou o trarei a ti
Sim, pois acredito que ele há de existir
E ouvirá o teu chamado a partir de mim
Que venha logo e que te faça bem feliz
Lola (21/09/11)
19/09/2011
18/09/2011
Sobre Lua e Despedidas
A Lua míngua lá no céu, mas ainda insiste
E é um convite pra mais linhas eu escrever
Já fiz isto tantas vezes para ela
Mas que fazer se é isso que ela ainda quer
Sento-me e ensaio algumas poucas palavrinhas
E endereço ao universo onde ela está
Olho pra cima e me arrepio, dá saudade
Porque nem sei se amanhã ela voltará
E assim também é com as pessoas que eu amo
Contemplo todas e me despeço a cada encontro
Pois nunca sei se chegarei a ver de novo
E guardo cada momento na memória
Pois se um dia, realmente for embora
Terei pra sempre a imagem das boas horas
Lola (18/09/11)
E é um convite pra mais linhas eu escrever
Já fiz isto tantas vezes para ela
Mas que fazer se é isso que ela ainda quer
Sento-me e ensaio algumas poucas palavrinhas
E endereço ao universo onde ela está
Olho pra cima e me arrepio, dá saudade
Porque nem sei se amanhã ela voltará
E assim também é com as pessoas que eu amo
Contemplo todas e me despeço a cada encontro
Pois nunca sei se chegarei a ver de novo
E guardo cada momento na memória
Pois se um dia, realmente for embora
Terei pra sempre a imagem das boas horas
Lola (18/09/11)
À Espera de Alice
Aprendi a ser mãe com a minha mãe. Nada mais legítimo. Fui criada como a maioria das mulheres, pra cuidar e esse cuidado se estende da casa aos filhos e às pessoas que fazem parte do meu círculo social.
Ser, mãe, embora a antropologia mostre que é algo bem mais cultural do que biológico, visto que é aprendizado processual e construído, se revela naturalmente, porquanto é naturalizado pelos costumes, que a própria antropologia reconhece.
A naturalização da maternidade nos faz ver, enquanto seres sociais que somos que essa é uma tarefa eminente feminina, nos fazendo olhar com estranhamento diferentes maneiras de ser mãe.
Tenho vivenciado um evento que elucida a afirmação antropológica e que mostra o quanto o processo de maternagem pode ser experimentado não só por mulher que dá a luz, nem muito menos apenas por mulher, como também não de maneira meramente individual. Venho acompanhando um processo de maternagem coletivo e ele me salta aos olhos como espectadora que virou fã. Falo do que vem acontecendo na minha família a partir da gravidez de Priscylla, minha filha mais nova.
Na verdade, o que venho assistindo é um verdadeiro espetáculo de amor ao próximo e à família.
Desde o momento da revelação aos meus irmãos de que eu iria ser avó, algo mais se revelou. Não que eu já não soubesse e sua existência, mas o carinho, amor e sentimento de união afloraram mais belos e sorridentes.
Todos querem ser mães, pais e avós de Alice e eu diria que sinto legitimidade nesse querer, posto que é o bem querer a mim e à minha filha que se manifesta na expressão de amor a Alice.
Sejamos então avós, coletivamente, assim como temos experimentado a maternidade de nossos filhos e sobrinhos de maneira igualitária.
Só uma família verdadeiramente intensa pode sentir e praticar algo do tipo. E eu só tenho a agradecer a Deus não ser a única avó materna da minha primeira neta. Como bem sei não serei dos outros tantos netos que hão de vir. Amor é sentimento coletivo e por sê-lo, é de maneira grupal que ele melhor se mostra.
Alice chegará a qualquer momento, pois Priscylla já completou as quarenta semanas necessárias para sua formação intra-uterina. Quanto à extra-uterina, está por vir e certamente não será processada apenas por Pri e Fábio, mas por todos esses pais e avós que curtem esse momento lindo e significativo para a nossa família.
Seja bem vinda, Alice! E reconheça em cada um de nós um pouco do amor que Deus ensinou a José Felinto e Nicinha e eles tão bem souberam imprimir em nós.
Vida leve, suave e bela a Alice!
Lola (18/09/11)
Ser, mãe, embora a antropologia mostre que é algo bem mais cultural do que biológico, visto que é aprendizado processual e construído, se revela naturalmente, porquanto é naturalizado pelos costumes, que a própria antropologia reconhece.
A naturalização da maternidade nos faz ver, enquanto seres sociais que somos que essa é uma tarefa eminente feminina, nos fazendo olhar com estranhamento diferentes maneiras de ser mãe.
Tenho vivenciado um evento que elucida a afirmação antropológica e que mostra o quanto o processo de maternagem pode ser experimentado não só por mulher que dá a luz, nem muito menos apenas por mulher, como também não de maneira meramente individual. Venho acompanhando um processo de maternagem coletivo e ele me salta aos olhos como espectadora que virou fã. Falo do que vem acontecendo na minha família a partir da gravidez de Priscylla, minha filha mais nova.
Na verdade, o que venho assistindo é um verdadeiro espetáculo de amor ao próximo e à família.
Desde o momento da revelação aos meus irmãos de que eu iria ser avó, algo mais se revelou. Não que eu já não soubesse e sua existência, mas o carinho, amor e sentimento de união afloraram mais belos e sorridentes.
Todos querem ser mães, pais e avós de Alice e eu diria que sinto legitimidade nesse querer, posto que é o bem querer a mim e à minha filha que se manifesta na expressão de amor a Alice.
Sejamos então avós, coletivamente, assim como temos experimentado a maternidade de nossos filhos e sobrinhos de maneira igualitária.
Só uma família verdadeiramente intensa pode sentir e praticar algo do tipo. E eu só tenho a agradecer a Deus não ser a única avó materna da minha primeira neta. Como bem sei não serei dos outros tantos netos que hão de vir. Amor é sentimento coletivo e por sê-lo, é de maneira grupal que ele melhor se mostra.
Alice chegará a qualquer momento, pois Priscylla já completou as quarenta semanas necessárias para sua formação intra-uterina. Quanto à extra-uterina, está por vir e certamente não será processada apenas por Pri e Fábio, mas por todos esses pais e avós que curtem esse momento lindo e significativo para a nossa família.
Seja bem vinda, Alice! E reconheça em cada um de nós um pouco do amor que Deus ensinou a José Felinto e Nicinha e eles tão bem souberam imprimir em nós.
Vida leve, suave e bela a Alice!
Lola (18/09/11)
15/09/2011
Faça o Favor
Quando forem meus os acordes que tocares
Quando da tua boca a palavra proferida for pra mim
E o teu tempo comigo ocupares
Aí sim, direi que me amas, enfim
Enquanto tocares baixo ou alto o teu som
Emudeceres o teu canto, meu amor
E teu tempo gasto de outras for
Não tentes me esconder, faça o favor
Que gostas mesmo é do que vai de mim pra ti
Que apenas queres o amor que dou
Lola (15/09/11)
Quando da tua boca a palavra proferida for pra mim
E o teu tempo comigo ocupares
Aí sim, direi que me amas, enfim
Enquanto tocares baixo ou alto o teu som
Emudeceres o teu canto, meu amor
E teu tempo gasto de outras for
Não tentes me esconder, faça o favor
Que gostas mesmo é do que vai de mim pra ti
Que apenas queres o amor que dou
Lola (15/09/11)
Toca-me
Toque em mim
Faz-me teu instrumento
O que preferires
Mas toca-me
Suave, ou nem tanto
Toca-me com volúpia
Mas com carinho
Toca-me e escuta-me aonde for
E tuas mãos vão produzir o melhor som
O do amor
E nos teus o lhos eu direi com os meus
Eis aqui o que querias ver
Eis aqui todo o meu prazer
Lola (14/09/11)
Faz-me teu instrumento
O que preferires
Mas toca-me
Suave, ou nem tanto
Toca-me com volúpia
Mas com carinho
Toca-me e escuta-me aonde for
E tuas mãos vão produzir o melhor som
O do amor
E nos teus o lhos eu direi com os meus
Eis aqui o que querias ver
Eis aqui todo o meu prazer
Lola (14/09/11)
13/09/2011
Amor Velado?
Nunca fui de acreditar em amor velado.
Gosto de amor rasgado, sangrado, devastado. Isso sim é amor.
Contemplação ficou para os que pensam que o amor pode ser mais abstrato do que os demais componentes da vida.
E não pode.
E não deve.
E não é.
Tudo é abstração, mas há um processo de objetivação que torna tudo palpável.
Essa é a nossa função, enquanto sujeitos sociais.
(Daí vem os conceitos de signo, de símbolo, de ícone, etc. a cada percepção do real, o sujeito trabalha para processá-lo, com o aparato cultural; só assim as coisas ganham significado)
Deixar um dos aspectos da vida no armário das abstrações é não dar acesso a ele.
Quero amor vivido, a despeito da maneira de vivenciá-lo.
Mas tem de ser vivido.
Se não for, não é amor, é engano.
Lola (13/09/11)
Gosto de amor rasgado, sangrado, devastado. Isso sim é amor.
Contemplação ficou para os que pensam que o amor pode ser mais abstrato do que os demais componentes da vida.
E não pode.
E não deve.
E não é.
Tudo é abstração, mas há um processo de objetivação que torna tudo palpável.
Essa é a nossa função, enquanto sujeitos sociais.
(Daí vem os conceitos de signo, de símbolo, de ícone, etc. a cada percepção do real, o sujeito trabalha para processá-lo, com o aparato cultural; só assim as coisas ganham significado)
Deixar um dos aspectos da vida no armário das abstrações é não dar acesso a ele.
Quero amor vivido, a despeito da maneira de vivenciá-lo.
Mas tem de ser vivido.
Se não for, não é amor, é engano.
Lola (13/09/11)
12/09/2011
Tua
Hoje acordei mais tua do que nunca
Sem saber se me aceitas assim, nua e crua
Sou assim e se me aceitares, me devora assim mesmo
Nua e crua
Melhor que se abster de mim por sentir medo
E sentir fome
E sentir sede
E não te sentir inteiro
Vem
Guardo em segredo que sou tua
E te completo por inteiro
Lola (12/09/11)
Sem saber se me aceitas assim, nua e crua
Sou assim e se me aceitares, me devora assim mesmo
Nua e crua
Melhor que se abster de mim por sentir medo
E sentir fome
E sentir sede
E não te sentir inteiro
Vem
Guardo em segredo que sou tua
E te completo por inteiro
Lola (12/09/11)
10/09/2011
A Morte da Esperança
Em mim morreu a última dos que morrem
Fiquei sem ela, a esperança foi-se
Ela que me disse que sempre seria companheira
Mas que besteira - pra sempre não existe, é brincadeira
E entre as brincadeiras que me disse foi que era verdade, que ele existe
O procurei por todo canto e não encontrei
Acho que ela mentiu pra mim mais uma vez
Lola (10/09/11)
Fiquei sem ela, a esperança foi-se
Ela que me disse que sempre seria companheira
Mas que besteira - pra sempre não existe, é brincadeira
E entre as brincadeiras que me disse foi que era verdade, que ele existe
O procurei por todo canto e não encontrei
Acho que ela mentiu pra mim mais uma vez
Lola (10/09/11)
Não Dá
Saudades sinto demais
Nem tenho como negar
Mas nem ela me fará encontrar
No teu olhar algo a mais
Do que realmente há
Desejar, claro que sim
Mas delirar não... Não dá...
Já fiz assim
E o que restou de mim?
Lola (10/09/11)
Nem tenho como negar
Mas nem ela me fará encontrar
No teu olhar algo a mais
Do que realmente há
Desejar, claro que sim
Mas delirar não... Não dá...
Já fiz assim
E o que restou de mim?
Lola (10/09/11)
09/09/2011
Amizade (Para Carla)
Amizade que me veio em hora certa
E com a certeza da hora me fez bem
Amizade que hoje não trocaria
Por nada nem por ninguém
Amizade das boas, bem profunda
Um encanto de pessoa e de flor
Amizade assim me passa amor
Lola (10/09/11)
E com a certeza da hora me fez bem
Amizade que hoje não trocaria
Por nada nem por ninguém
Amizade das boas, bem profunda
Um encanto de pessoa e de flor
Amizade assim me passa amor
Lola (10/09/11)
08/09/2011
Ah, moreno...
Ah, menino se soubesses que ando assim, boba de amor
Nem sei o que farias, mas me acharias boba sim
Isso porque se me dou, dou-me inteira
E nem adianta disfarçar
Teu corpo é meu lar, é nele que quero estar
Para fazer morada e acariciada
Doida de amor continuar
Ah, moreno, em meus sonhos já te tenho
E há motivos pra sonhar
A vida é bela, o mundo é bom
E só amor existe além de ti
E além de mim, só tu existes
Assim, moreno...
Assim...
Lola (08/09/11)
Nem sei o que farias, mas me acharias boba sim
Isso porque se me dou, dou-me inteira
E nem adianta disfarçar
Teu corpo é meu lar, é nele que quero estar
Para fazer morada e acariciada
Doida de amor continuar
Ah, moreno, em meus sonhos já te tenho
E há motivos pra sonhar
A vida é bela, o mundo é bom
E só amor existe além de ti
E além de mim, só tu existes
Assim, moreno...
Assim...
Lola (08/09/11)
06/09/2011
Sobre a Poesia de Américo
De encantamento e palavras sussurradas
Vive o poeta, a cada encontro festejando
Se nos encontramos entre poemas e metáforas
Não é por acaso que acho graça e desperto
O meu olhar e aguço os meus ouvidos
A festejar a lira solta nos seus gestos
E encontro beleza nos versos de Américo
Lola (06/09/11)
Vive o poeta, a cada encontro festejando
Se nos encontramos entre poemas e metáforas
Não é por acaso que acho graça e desperto
O meu olhar e aguço os meus ouvidos
A festejar a lira solta nos seus gestos
E encontro beleza nos versos de Américo
Lola (06/09/11)
De Olhares e Bocas
Olhando-te nos olhos
Pedindo-te a boca
Desejando-te em mim
Fico assim
Sempre que te vejo
E vem a vontade
Eu tomo coragem
E te digo assim:
Vem, vem sim.
Lola (05/09/11)
Pedindo-te a boca
Desejando-te em mim
Fico assim
Sempre que te vejo
E vem a vontade
Eu tomo coragem
E te digo assim:
Vem, vem sim.
Lola (05/09/11)
04/09/2011
Desejo de voar
Voando eu chegaria até você
Levaria comigo tanto amor
Que a viagem seria dificultada
Sobrepeso de bagagem, sobrecarga
Meu amor por você é imenso
(Só as asas da imaginação suportam)
Vou continuar com você em pensamento
Lola (04/08/11)
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